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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Apresentação

Apresentação 
Para muitos é impossível inventar um idioma, agora pergunto: Qual é o ser humano que nasceu falando para ter sido, então, conhecedor e provador, tanto quanto, praticante de um idioma nato? Do ponto de vista da bíblia sagrada, o nome das coisas (comunicação social entre seres da mesma espécie) estava a cargo de Adão. Adão, então, tornou-se o responsável de toda a designação da natureza e, obviamente ensinou a Eva. Este pensamento Judaico sugere que a visão do mundo é responsabilidade dos progenitores, ou pelo menos daquele (s) que surgiram primeiro. Acredito também, que significa que a comunicação é divina, mas o idioma é do homem. Dentro da própria Bíblia se percebe a problemática do idioma, como em Juízes 12:2-6, sobre o conflito dos gileaditas contra os efraimíta; da torre de Babel (Génesis 6), a falta de viabilidade foi o responsável pela cessação da construção da torre e da própria dispersão dos povos. No meu parecer, referencio o idioma como o centro da operação entre os seres humanos, bastas olhar para o mundo hoje, para perceber este facto. Se existisse um idioma universal, o homem não teria tido preferência de localidades, apesar de haver outros factores coadjuvantes. O intuito da criação de Atnadrerta adveio da necessidade de construção do português Angolano e no ousado, a criação do idioma “Bantu cientifico” ou Bantu universitário”. A maior dificuldade que me alienou do foco terá sido, talvez a rejeição por conta do que o próprio governo representa em termo de cultura. Está presente obra é o modelo de Atnadrerta, uma versão actualizada do seu conteúdo, compilada para ser um guia de estudo para melhor aproveitamento do estudante, provando conceitos linguísticos Mwángole dentro de Atnadrerta uma vez que Atnadrerta é um idioma Angolano. Não se trata de uma versão integral de seus conteúdos, muito menos o estudo das suas raízes. Com este manual, pretendo passar os fundamentos do diálogo para dar ao aprendiz de Atnaderta a concepção do mundo exterior e os meios de evocação dos seus componentes. Partes do conteúdo desta gramática foi extraída da obra de Lidley Cintra e Celso Cunha “gramática do português contemporâneo”, visando um aprendizado no sentido universal no uso do método de comparação, já que, os morfemas lexicais são valores absolutos quanto a natureza da compreensão humana, dizer que, os nomes, por exemplo, não são frutos do idioma, mas fruto da necessidade do ser humano de referenciar um determinado objecto, estado, qualidade, ser ou fenómeno.

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